Você marca cada dente, cada ponte e cada implante no odontograma. O laboratório recebe seu plano dentro da prescrição — o mesmo documento que você aprovou, sem reinterpretação no caminho.
Sete cores. Sete papéis. O laboratório identifica num relance o que cada dente faz no plano — sem tabelas, sem abreviações, sem interpretação.
Sem listas de texto. Sem números ambíguos. O odontograma mostra o arco completo com classificações por cor — o laboratório sabe exatamente qual papel cada dente desempenha.
Não é só um número em uma tabela. É uma peça num mapa onde a cor define o papel: azul para pilares, âmbar para pônticos, vermelho para extrações, roxo para implantes.
O técnico vê o caso completo em dois segundos. Sem ler instruções. Sem interpretar abreviações.
Quando você ativa "Ponte ON", os dentes pilar e pôntico se conectam visualmente com arcos âmbar que representam a estrutura da ponte. O laboratório vê a extensão, os apoios e os tramos num relance.
Sem mais descrições como "ponte de 3 a 6 com pônticos em 4 e 5". O mapa mostra. Validação automática do comprimento do tramo e da distribuição de pilares.
Um clique abre o painel de classificação. 7 tipos com código de cor, seletor de marca de implante com as 10 marcas mais usadas, e campo de notas clínicas por dente.
O laboratório recebe um dado estruturado — não uma instrução escrita à mão que alguém precisa interpretar.
Quando um dente é classificado como implante, o odontograma desenha o pino completo abaixo ou acima do dente — rosca helicoidal e ápice. Não é um ícone genérico, é a silhueta real do componente.
No painel de classificação se registra marca, plataforma, diâmetro e comprimento. O laboratório recebe o componente exato — não "Straumann padrão", mas sim Straumann BLT NC 3.3 × 10mm.
Um toggle muda o arco para modo pediátrico: 10 dentes por arcada, notação FDI automática (55-65 superior, 85-75 inferior). O sistema ajusta a interface — não o técnico.
Para casos de dentição mista ou para clínicas pediátricas que precisam de prescrições digitais com a mesma precisão dos casos adultos.
O odontograma vive dentro da Prescrição Digital, junto com material, cor, instruções especiais e o histórico de versões. Tudo em um único documento que chega ao laboratório.
Sem mais "dente 14... ou era 24?" O odontograma ataca as três ambiguidades mais comuns na comunicação clínica-laboratório.
O mapa visual elimina a dependência de números. FDI ou Universal, o dente é identificado pela posição no arco. Impossível confundir o 14 com o 24.
Cada dente tem uma classificação explícita — pilar, pôntico, extração. Não há espaço para "acho que esse era o pilar". A cor diz.
O modo ponte valida a distribuição: pilares nas extremidades, pônticos no centro, arcos de conexão visíveis. Erros de estrutura aparecem antes de fabricar.
O odontograma interativo faz parte do TrazaLab — a plataforma onde cada caso chega completo, tramita sem fricção e é entregue sem surpresas.